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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Meio ambiente - Transtorno de personalidade- Chip- Rosenilda Rocha Moura- Sophye Jabolão - apoio: Gonzalles -

Transtorno de personalidade limítrofe (também chamado Transtorno de personalidade emocionalmente instável no CID-10, Transtorno de intensidade emocional ou Transtorno de personalidade borderline [TPB])(borderline significa "fronteira" ou "limite" em inglês), é um transtorno de personalidade do cluster B cuja característica essencial é um padrão de comportamento marcado pela impulsividade e instabilidade de afetos, relacionamentos interpessoais e autoimagem. O padrão está presente no início da idade adulta e ocorre em uma variedade de situações e contextos.

Outros sintomas comumente incluem um intenso medo de abandono e intensas raiva e irritabilidade que outros têm dificuldade em compreender a razão. As pessoas com TPB muitas vezes se envolvem na idealização e desvalorização de outros, alternando entre uma alta consideração positiva ou uma grande decepçãoAutomutilação e comportamento suicida são comuns.

O transtorno é reconhecido no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Devido ao fato de um transtorno de personalidade ser um padrão mal-adaptativo de experiências pessoais disseminado, contínuo, inflexível e com comportamentos patológicos, há uma relutância em diagnosticá-los antes da adolescência ou início da vida adulta. Entretanto, alguns enfatizam que, sem tratamento, os sintomas podem piorar.

Há um debate em curso sobre a terminologia deste transtorno, especialmente sobre a adequação da palavra "borderline" ("limite").O manual CID-10 refere-se a este transtorno como "transtorno de personalidade emocionalmente instável" e tem critérios diagnósticos semelhantes. Há uma preocupação com o fato de que o diagnóstico de TPB cria estigmas propiciando práticas discriminatórias, porque sugere que a personalidade do indivíduo é falha..No DSM-5, o nome do distúrbio permanece o mesmo.




 
Sinais e Sintomas
Os sintomas mais característicos de TPB são uma marcante sensibilidade a rejeição, pensar sobre e sentir medos de um possível abandono.Acima de tudo, as características do TPB incluem uma sensibilidade especialmente intensa nas relações com outras pessoas, dificuldade em regular emoções e impulsividade. Outros sintomas podem incluir sentimentos de insegurança quanto a autoidentidade e valores pessoais, ter pensamentos paranoicos quando estressado e dissociação grave.



Emoções
Pessoas com TPB sentem emoções com mais facilidade, maior profundidade e por mais tempo que as outras.As emoções podem ressurgir repetidamente e persistir por longos períodos de tempo. Consequentemente, pode demorar mais do que o normal para uma pessoa com TPB voltar a um estado emocional estável após uma experiência emocional intensa.

Na opinião de, a sensibilidade, intensidade e duração com a qual as pessoas com TPB experimentam as emoções tem tanto aspectos positivos quanto negativos.Pessoas com TPB são excepcionalmente idealistas, alegres e amorosas. Entretanto elas podem se sentir sufocadas por emoções negativas, experimentando intenso luto ao invés de tristeza, vergonha e humilhação ao invés de leve constrangimento, ódio ao invés de irritação e pânico ao invés de nervosismo.Pessoas com TPB são especialmente sensíveis aos sentimentos de rejeição, isolamento e sensação de fracasso Seus esforços para conter ou escapar de suas intensas emoções negativas podem levar a automutilação ou comportamento suicida antes que aprendam outras estratégias de enfrentamento. Em geral eles têm consciência da intensidade de suas emoções negativas e, uma vez que não são capazes de controlá-las, se desligam delas inteiramente.Isso pode ser danoso para as pessoas com TPB, já que emoções negativas nos alertam para a presença de situações problemáticas e estimulam seu enfrentamento.

Apesar de as pessoas com TPB sentirem intensa alegria, elas são especialmente suscetíveis a disforia, ou sofrimento mental e emocional. Zanari et al. reconhece quatro categorias de disforia que são típicas deste transtorno: emoções extremas; destrutividade ou autodestrutividade; sentimento de identidade fragmentada ou ausente; e sentimento de vitimização.Dentro destas categorias, um diagnóstico de TPB é fortemente associado com uma combinação de três estados específicos: 1) se sentir traído, 2) sentir vontade de se machucar e 3)se sentir fora de controle.Uma vez que há uma grande variedade nos tipos de disforia que as pessoas com TPB experimentam, a amplitude do sofrimento é um indicador auxiliar do transtorno de personalidade borderline.

Além das emoções intensas, pessoas com TPB experimentam instabilidade emocional. Embora a expressão possa sugerir uma rápida mudança entre depressão e exaltação, as oscilações de humor nas pessoas com esta condição na verdade ocorrem mais frequentemente entre a raiva e a ansiedade e entre depressão e ansiedade.




 
Comportamento
Comportamento impulsivo é comum, incluindo: abuso de substâncias e alcoolismo, transtorno alimentar, sexo de risco ou indiscriminado com múltiplos parceiros, gastar dinheiro e dirigir imprudentemente

Comportamento impulsivo também pode incluir abandonar empregos e relacionamentos, fugir e se automutilar

Pessoas com TPB agem impulsivamente pois isso lhes dá alívio imediato de sua dor emocional.Entretanto, a longo prazo, as pessoas com TPB sofrem de uma crescente vergonha e culpa que seguem esse tipo de ação.Normalmente um ciclo se inicia, no qual a pessoa com TPB sente dor emocional, se engajam em um comportamento impulsivo para aliviarem a dor, sentem vergonha e culpa por suas ações, sentem dor emocional por conta dos sentimentos de vergonha e culpa e então experimentam uma maior compulsão por se engajar em um comportamento impulsivo para aliviar a nova dor.Conforme o tempo passa, o comportamento impulsivo pode se tornar uma resposta automática diante a dor emocional.



Automutilação e suicídio
Automutilação e comportamento suicida são um dos critérios de diagnóstico centrais no DSM-IV. A gestão e recuperação destes comportamentos pode ser complexo e desafiador A incidência de suicídios entre pessoas com TPB é entre 3% e 10% ao longo da vidaHá evidências de que homens diagnosticados com TPB tem aproximadamente o dobro de probabilidade de cometerem suicídio em relação as mulheres diagnosticadas com TPBTambém há evidências que uma percentagem considerável de homens que cometem suicídio podem ter TPB não diagnosticada.

Automutilação é comum e pode ocorrer com ou sem intenção suicida As razões apresentadas para a automutilação não suicida diferem das razões para tentativas de suicídio.As razões para a automutilação não suicida incluem expressar raiva, autopunição, voltar ao normal (geralmente em resposta a dissociação) e distrair-se da dor emocional ou de circunstâncias difíceis.Em contraste com isso, as tentativas de suicídio tipicamente refletem uma crença de que as vidas das outras pessoas vão melhorar depois do suicídio.Ambas automutilações, suicidas e não suicidas, são uma resposta ao sentirem emoções negativas.

Abuso sexual, em particular, pode ser um gatilho para comportamento suicida em adolescentes com TPB.



Anomalias cerebrais
Alguns estudos de neuroimagem sobre TPB divulgaram descobertas de redução em regiões do cérebro envolvidas na regulação da resposta ao estress e emoções, afetando o hipocampo, o cortex orbitofrontal e a amídala, entre outras áreas.Um número menor de estudos tem usado ressonância magnética espectroscópica para explorar mudanças nas concentrações de neurometabólitos em certas regiões cerebrais de pacientes com TPB, procurando especificamente por neurometabólitos como a N-acetilaspartato, creatina, compostos relacionados aos glutamatos e compostos contendo colina.

O hipocampo tende a ser menor em pessoas com TPB, assim como em pessoas com Estresse pós-traumático. Entretanto, no TPB, ao contrário do Estresse pós-traumático, a amídala também tende a ser menor.\l "

As amídalas são menores e mais ativas em pessoas com TPB Amídalas com volume reduzido também foram encontradas em pessoas com Transtorno obsessivo compulsivo.Um estudo descobriu uma atividade incomum na amídala esquerda de pessoas com TPB quando eles experimentam ou veem sinais de emoções negativas.Uma vez que as amídalas são a principal estrutura envolvida na geração de emoções negativas, essa atividade incomumente forte pode explicar a intensidade e longevidade do medo, tristeza, raiva e vergonha experimentadas por pessoas com TPB, assim como suas elevadas sensibilidades diante de demonstrações destas emoções por outras pessoasO córtex pré-frontal tende a ser menos ativo em pessoas com TPB, especialmente quando relembram de memórias de abandono Essa inatividade relativa ocorre no córtex anterior cingulado (áreas de Brodmann Dado o seu papel na regulação da excitação emocional, a relativa inatividade do córtex pré-frontal pode explicar a dificuldade que pessoas com TPB tem em regular suas emoções e respostas ao estress.

 

O eixo Hipotálamo-hipófise-suprarrenal (eixo HHS) regula a produção de cortisol, que é liberado em resposta ao estress. A produção de cortisol tende a ser elevada em pessoas com TPB, indicando um eixo HHS hiperativo nesses indivíduos Isso faz com que eles experimentem uma maior resposta biológica ao estress, o que pode explicar sua maior vulnerabilidade a irritabilidade.Já que eventos traumáticos podem aumentar a produção de cortisol e atividade do eixo HHS, uma possibilidade é que a prevalência de atividade acima da média do eixo HHS em pessoas com TPB pode simplesmente ser um reflexo da prevalência acima da média de traumas de infância e de eventos de amadurecimento entre essas pessoas.Outra possibilidade é que, por ter sua sensibilidade a eventos traumáticos e produção de cortisol aumentada, as pessoas com TPB estariam predispostas a experimentar eventos estressantes de suas infâncias e amadurecimento como traumáticos.

A produção aumentada de cortisol também está associada com um maior risco de comportamento suicida.

Diferenças individuais nos ciclos de estrogênio das mulheres pode estar associado a expressão de sintomas de TPB em pacientes do sexo feminino. Um estudo de 2003 descobriu que os sintomas de mulheres com TPB eram antecedidos por mudanças nos niveis de estrogênio ao longo de seus ciclos menstruais, um efeito que permaneceu significativo mesmo depois que o aumento geral de afetos negativos foram descontados dos resultados

Sintomas experimentados devido às alterações dos níveis de estrogênio podem ser mal diagnosticados como TPB, como alterações de humor extremas e depressão. Como a endometriose é uma doença influenciada pelo estrogênio, TPM e Transtorno disfórico pré-menstrual graves são observados, estes são ambos físicos e psicológicos em suas naturezas. Transtornos do humor influenciados por hormônios, também chamados de depressão reprodutiva, são esperados que acabem somente com a menopausa ou após uma histerectomia. Episódios psicóticos tratados com estrogênio em mulheres com TPB mostraram significativa melhora porém não devem ser prescrevidos àquelas com endometriose, pois isso agrava suas condições endócrinas. Drogas estabilizadoras do humor, usadas no tratamento do transtorno bipolar, não ajudam pacientes com níveis de estrogênio alterados. Um diagnóstico correto entre transtorno endócrino ou psiquiátrico precisa ser feito.Há uma forte correlação entre abuso infantil, especialmente abuso sexual infantil e o desenvolvimento de TPB. Muitos indivíduos com TPB reportam um histórico de abuso e negligência quando crianças. Pacientes com TPB são significativamente mais propensos a reportarem abuso verbal, emocional, físico ou sexual por seus cuidadores de ambos os sexos. Eles também reportam uma alta incidência de incesto e perda de cuidadores na infância

Indivíduos com TPB também são mais propensos a reportarem que os cuidadores de ambos os sexos negavam validação de seus pensamentos e sentimentos. Cuidadores também foram reportados por terem falhado em prover a proteção necessária e por terem negligenciado os cuidados físicos com suas crianças. Pais de ambos os sexos são comumente culpados de ausência emocional diante da criança e por tratar dos menores de maneira inconsistente Ademais, mulheres com TPB que reportam um histórico de negligência por parte de sua cuidadora e abuso por parte do cuidador são significativamente mais propensas a reportarem abuso por terceiros, que não os cuidadores.

Já foi sugerido que crianças que passaram por maus-tratos crônicos e por dificuldades afetivas podem desenvolver o transtorno de personalidade borderline.

Entretanto, nenhum desses estudos apresentou evidências de que trauma infantil necessariamente causa ou contribui para causar TPB. Ao invés disso, ambos o trauma e o TPB podem ser causados por um terceiro fator. Por exemplo, pode acontecer de muitos cuidadores que tendem a expor as crianças a experiências traumáticas o fazem parcialmente por conta de seus próprios transtornos de personalidade herdados, a predisposição genética para tanto pode ser passada para seus filhos, que desenvolvem TPB como resultado desta predisposição e de outros fatores, e não como resultado de um maltrato anterior.

 

O ambiente familiar intercede nos efeitos do abuso sexual infantil no desenvolvimento do TPB. Um ambiente familiar instável prevê o desenvolvimento do transtorno, enquanto uma família estável prevê um risco reduzido. Uma explicação possível é que o ambiente estável amortece seu desenvolvimento.

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais edição cinco (DSM-5) removeu seu sistema de múltiplos eixos. Consequentemente, todos os transtornos, incluindo os transtornos de personalidade, são listados na seção II do manual. Uma pessoa deve preencher 5 dos 9 critérios para receber um diagnóstico de transtorno de personalidade borderline O DSM-5 define os principais aspectos do TPB como um padrão inflexível de instabilidade nos relacionamentos interpessoais, autoimagem e afetos, bem como comportamentos impulsivos sobressaltados

Além disso, o DSM-5 propõe um critério alternativo de diagnóstico para Transtorno de Personalidade Borderline em sua sessão III, Esses critérios alternativos são baseados em pesquisas sobre características e incluem especificar ao menos quatro de sete traços mal adaptativos.

De acordo com Marsha Linehan, muitos profissionais de saúde mental acham desafiador diagnosticar TPB usando os critérios do DSM, uma vez que tas critérios descrevem uma ampla gama de comportamentos Para enfrentar este problema, Linehan agrupou os sintomas de TPB em cinco áreas de disregulação principais: emoções, comportamento, relações interpessoais, autoimagem e pensamentos. 

 

Pelo menos três dos sintomas mencionados no Tipo Impulsivo, incluindo o sintoma 2 (F60.30) devem estar presentes. Em adição, pelo menos dois dos sintomas abaixo devem estar presentes:
Perturbações e incertezas sobre a autoimagem, metas, preferências internas (incluindo sexualidade);
Tendência a se envolver em relações intensas e instáveis, sempre levando a crises emocionais;
Esforços excessivos para se evitar abandono;
Atos ou ameaças recorrentes de autolesão ou suicídio;
Sentimentos crônicos de vazio.

A CID-10 também descreve alguns critérios gerais que definem o que é considerado um transtorno de personalidade.

FONTE: WIKEPEDIA.
Borderline personality disorder (also called emotionally unstable personality disorder in ICD-10, the emotional intensity disorder or disorder of borderline personality [TPB]) (borderline means "border" or "edge" in English), is a personality disorder cluster B whose main feature is a pattern of behavior characterized by impulsiveness and instability affects, interpersonal relationships and self-image. The pattern is present in early adulthood, and occurs in a variety of situations and environments.Other symptoms commonly include an intense fear of abandonment and intense anger and irritability that others have difficulty understanding why. People with BPD often involved in idealization and devaluation of others, alternating between a high positive regard or a large decepçãoAutomutilação and suicidal behavior are common.The disorder is recognized in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. Because of a personality disorder is a maladaptive pattern of widespread personal experience, solid, inflexible and pathological behaviors, there is a reluctance to diagnose them before adolescence or early adulthood. However, some point out that, without treatment, symptoms may get worse.There is an ongoing debate about the terminology of this disorder, especially on the appropriateness of the word "borderline" ("threshold"). The ICD-10 manual refers to this disorder as "emotionally unstable personality disorder" and has features similar diagnoses . There is a concern with the fact that the diagnosis of BPD creates stigmas providing discriminatory practices because it suggests that the individual's personality is falha..No DSM-5, the disorder name remains the same.
Signs and symptomsThe most characteristic symptoms of BPD are a remarkable sensitivity to rejection, think about and feel fears of a possible abandono.Acima all, TPB features include a specially intense sensitivity in relations with others, difficulty regulating emotions and impulsivity. Other symptoms may include feelings of insecurity about self-identity and personal values, have paranoid thoughts when stressed and severe dissociation.EmotionsPeople with BPD feel emotions more easily, deeper and longer than the outras.As emotions can repeatedly rise and persist for long periods of time. Consequently, it may take longer than normal for a person with BPD return to a stable emotional state after an intense emotional experience.In view of the sensitivity, intensity and duration with which people with BPD experience emotions has both positive aspects as negativos.Pessoas with BPD are exceptionally idealistic, cheerful and loving. However they may feel stifled by negative emotions, experiencing intense grief rather than sadness, shame and humiliation rather than mild embarrassment, hatred rather than irritation and panic rather than nervosismo.Pessoas with BPD are especially sensitive to feelings of rejection, isolation and sense of failure Their efforts to contain or escape their intense negative emotions can lead to self-harm or suicidal behavior before they learn other coping strategies. In general they are aware of the intensity of their negative emotions and, since they are not able to control them, turn off inteiramente.Isso of them can be harmful for people with BPD, since negative emotions alert us to the presence of situations problems and stimulate your face.Although people with BPD feel intense joy, they are especially susceptible to dysphoria, or mental and emotional distress. Zanari et al. recognizes four categories of dysphoria that are typical of this disorder: extreme emotions; destructiveness or self-destructiveness; fragmented or absent sense of identity; and sense of vitimização.Dentro these categories, a diagnosis of BPD is strongly associated with a combination of three specific conditions: 1) feel betrayed, 2) feel like getting hurt and 3) feel out of controle.Uma since there a wide variety in the types of dysphoria that people with BPD experience, the magnitude of the suffering is an indicator auxiliary borderline personality disorder.In addition to the intense emotions, people with BPD experience emotional instability. Although the term may suggest a rapid change between depression and elation, mood swings in people with this condition actually occur most often between anger and anxiety and between depression and anxiety.
BehaviorImpulsive behavior is common, including: substance abuse and alcohol abuse, eating disorders, risky sex or indiscriminate with multiple partners, spend money and drive recklesslyImpulsive behavior may also include leaving jobs and relationships, run away and automutilarPeople with BPD act impulsively because it gives them immediate relief from their pain emocional.Entretanto in the long run, people with BPD suffer from a growing shame and guilt that follow this kind of ação.Normalmente a cycle begins, in which the person with BPD feel emotional pain, engage in impulsive behavior to relieve the pain, feel shame and guilt for their actions, they feel emotional pain because of feelings of shame and guilt and then experience a greater compulsion to engage in impulsive behavior for relieve new dor.Conforme time passes, impulsive behavior can become an automatic response on the emotional pain.Self-harm and suicideSelf-mutilation and suicidal behavior are a central diagnostic criteria in DSM-IV. The management and recovery of these behaviors can be complex and challenging The incidence of suicides among people with BPD is between 3% and 10% over the vidaHá evidence that men diagnosed with BPD is about twice as likely to commit suicide compared women diagnosed with TPBTambém there is evidence that a considerable percentage of men who commit suicide may have TPB undiagnosed.Self-mutilation is common and can occur with or without suicidal intent Reasons given for non-suicidal self-injury differs reason for attempts to suicídio.As reasons for non-suicidal self-injury include express anger, self-punishment, return to normal (usually in response to dissociation) and distract from the emotional pain or circumstances difíceis.Em contrast, suicide attempts typically reflect a belief that other people's lives will improve after the suicídio.Ambas self-mutilation, suicidal and not suicide, are a response to feel negative emotions.Sexual abuse, in particular, can be a trigger for suicidal behavior in adolescents with BPD.Brain abnormalitiesSome neuroimaging studies reported TPB reduction findings in brain regions involved in regulating the stress response and emotion, affecting the hippocampus, the amygdala and the orbitofrontal cortex, among other áreas.Um smaller number of studies have used magnetic resonance spectroscopy to neurometabólitos explore changes in concentrations in certain brain regions of patients with BPD, looking specifically for neurometabólitos as N-acetyl aspartate, creatine, glutamate and compounds related to compounds containing choline.The hippocampus tends to be lower in people with BPD, as well as in people with post-traumatic stress disorder. However, the BPD, unlike post traumatic stress disorder, amygdala also tends to be lower. \ L "The tonsils are smaller and more active in people with BPD tonsils with reduced volume also have been found in people with obsessive disorder compulsivo.Um study found unusual activity in the left amygdala of people with BPD when they experience or see emotions signs negativas.Uma time the tonsils are the main structure involved in the generation of negative emotions, this unusually strong activity may explain the intensity and longevity of fear, sadness, anger and shame experienced by people with BPD, as well as their high sensitivities before statements of these emotions by other pessoasO prefrontal cortex tends to be less active in people with BPD, especially when reminiscent of abandonment memories This relative inactivity occurs in the previous cingulate cortex (Brodmann areas Given its role in regulating emotional arousal, the relative inactivity of the prefrontal cortex -frontal can explain the difficulty that people with BPD have in regulating their emotions and responses to stress.
The axis hypothalamus-pituitary-adrenal (HHS axis) regulates the production of cortisol, which is released in response to stress. Cortisol production tends to be high in people with BPD, indicating a hyperactive axis HHS these individuals This causes them to experience a greater biological response to stress, which may explain their greater vulnerability to irritabilidade.Já traumatic events that may increase the cortisol production and activity of HHS axis, one possibility is that the prevalence of activity above the average HHS axis in people with BPD may simply be a reflection of the prevalence above the average of childhood traumas and ripening events among these people. Another possibility is that because their sensitivity to traumatic events and increased production of cortisol, people with BPD would be predisposed to experience stressful events of their childhood and maturation as traumatic.The increased cortisol production is also associated with an increased risk of suicidal behavior.Individual differences in estrogen cycles of women may be associated with expression of symptoms of BPD in female patients. A 2003 study found that the symptoms of women with BPD were preceded by changes in estrogen levels throughout their menstrual cycles, an effect that remained significant even after the general increase of negative emotions were discounted the resultsSymptoms experienced due to changes in estrogen levels may be misdiagnosed as TPB, as changes in extreme mood swings and depression. Since endometriosis is influenced by estrogen disease, PMS and serious disorder premenstrual dysphoric are observed, they are both in their physical and psychological nature. Mood disorders influenced by hormones, also called reproductive depression, are expected to end up only with menopause or after a hysterectomy. Psychotic episodes treated with estrogen in women with BPD showed significant improvement but should not be prescrevidos those with endometriosis, as this exacerbates their endocrine conditions. Stabilizing drugs humor, used to treat bipolar disorder, do not help patients with altered estrogen levels. A correct diagnosis of endocrine or psychiatric disorder needs to be feito.Há a strong correlation between child abuse, especially child sexual abuse and the development of BPD. Many individuals with BPD report a history of abuse and neglect as children. Patients with BPD are significantly more likely to report verbal abuse, emotional, physical or sexual caregivers of both genders. They also report a high incidence of incest and loss of caregivers in early childhoodIndividuals with BPD are also more likely to report that caregivers of both genders denied validation of your thoughts and feelings. Caregivers were also reported for failing to provide the necessary protection and for having neglected the physical care of their children. Parents of both sexes are often emotional absence of guilty before the child and deal with smaller inconsistently Moreover, women with BPD who reported a history of neglect by their caregiver and abuse by the caregiver are significantly more likely to report abuse by third parties other than caregivers.It has been suggested that children who underwent chronic abuse and emotional difficulties may develop borderline personality disorder.However, none of these studies presented evidence that childhood trauma necessarily cause or contribute to cause TPB. Instead, both trauma and BPD may be caused by a third factor. For example, it can happen to many caregivers who tend to expose children to traumatic experiences do partly because of their own inherited personality disorders, genetic predisposition to both can be passed to their children, who develop BPD as a result of this predisposition and other factors, and not as a result of a previous abuse.
The family atmosphere intercedes on the effects of child sexual abuse in the development of BPD. An unstable family environment provides for the development of the disorder, while a stable family provides a reduced risk. One possible explanation is that their development takes stable environment.The Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders five edition (DSM-5) removed his multi-axis system. Consequently, all disorders, including personality disorders, are listed in section II of the manual. A person must complete 5 of 9 criteria to receive a diagnosis of borderline personality disorder The DSM-5 defines the main aspects of TPB as an inflexible pattern of instability in interpersonal relationships, self-image and emotions, and impulsive behavior startledIn addition, the DSM-5 proposes an alternative diagnostic criteria for borderline personality disorder in its session III These alternative criteria are based on research on features and include specifying at least four out of seven maladaptive traits.According to Marsha Linehan, many mental health professionals find it challenging to diagnose BPD using DSM as it tas criteria describe a wide range of behaviors To address this problem, Linehan grouped the symptoms of BPD in five main areas of disregulação: emotions, behavior, interpersonal relationships, self-image and thoughts.

At least three of the symptoms mentioned in Impulsive Type, including the Symptom 2 (F60.30) must be present. In addition, at least two of the following symptoms must be present:1. disorders and uncertainty about self-image, goals, internal preferences (including sexual);2. Tendency to engage in intense and unstable relationships, always leading to emotional crisis;3. excessive efforts to avoid abandonment;4. Acts or recurring threats of self-harm or suicide;5. Feelings chronic empty.ICD-10 also outlines some general criteria that define what is considered a personality disorder.Source: Wikepedia.

Um comentário:

  1. самоубийстве;
    5. Чувства хронический пустым.
    МКБ-10 также излагаются некоторые общие критерии, которые определяют, что считается расстройством личности.
    Источник: Википедия.

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