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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A fraude do amor(Sophye Baginski)Artigo- mulheres aprendam a procurar.Como minha função política-social.(Rosenilda Rocha Moura)

A fraude do amor(Sophye Baginski)Artigo- mulheres aprendam a procurar.Como minha função política-social, é escrever sobre relacionamentos em especial homossexual-feminino.Bom leitores, vi que os sites de procura de namoradas são frágeis demais e as pessoas não sabem explicar o que querem e depois isto dá um problemão.Vejam- eu como agente de segurnça, com mais de 20 anos de experiência em lidar com problemática pessoais, afirmo, saibam pedir.Olhem os anuncios-(procuro mulher...algo mais) isto nada diz.Vamos montar um procura-se.Procuro mulher, graduada, que tenha bom gosto. Seja feminina...etc..etcEu, solteira, professora, salário fixo.casa propria,carro proprio quitado. Olhos azuis comprados. Leitora de revistas de novela, gosto de pagode e reunir amigos e amiga.Dispenso bi e homens.Viu? Viram? Anuncios precisam falar de quem procura e do procurado.Vejam lá no (www.athos.com.br) são lixos e lixos de anúncios dando margens a inúmeras fraudes do amor.Evite a solidão, porém não crie problemas

Um comentário:

  1. Por que devemos desconfiar ao ouvir: “para fazer mula bandha, simplesmente contraia o ânus". E o que devemos fazer para conectar com esse bandha?
    As pessoas falam de contração do esfíncter anal, mas na verdade essa ação é chamada ashwini mudra; aswha em sânscrito quer dizer cavalo e esse mudra está relacionado com o movimento que o cavalo faz de contração com o esfíncter imediatamente após a evacuação. O mula bandha na verdade é a elevação do assoalho pélvico. Para praticá-lo, você faz a rotação das coxas para dentro e leva o cóccix para a frente. Quando se tem esse encaixe, a elevação do assoalho pélvico acontece naturalmente.

    Então o mula bandha não tem a ver diretamente com o ânus?
    Não, na verdade não. Se tivesse alguma relação, na postura mulabandhasana teríamos de nos sentar com os calcanhares pressionando o ânus, mas não é assim. Os calcanhares pressionam o períneo, ou seja, a área entre o ânus e os genitais.

    Por que tanto se fala sobre os bandhas? Qual a importância deles na nossa prática?
    Os bandhas funcionam assim: o mula bandha estimula e acorda a energia adormecida que fica na base da coluna; o uddiyana a conduz para cima (ud- para cima; iyana – caminho; bandha – contração: contração que leva a energia para cima) e o jalandhara, quando realizado corretamente, alinha a cervical para que essa energia que chegou até a área da garganta suba até o topo da cabeça. Então, elevar o assoalho pélvico é o que começa o processo de fazer a energia subir, sua prática constante ajuda a soltar o Brahma granth ou nó de Brahma, nó este que se localiza no muladhara chakra. Com a prática constante do maha bandha, gradativamente esses nós vão se dissolvendo, e assim a energia fluirá com maior facilidade até a cabeça para que possamos evoluir e nos iluminar.
    O Hatha Yoga propõe a iluminação por meio do corpo físico. Então está correto dizer que os bandhas são meios que fazem a nossa prática de asanas ser mais do que física. Sempre digo para os meus alunos que se eles só aperfeiçoarem as posturas, vão para o Cirque du Soleil mas não se iluminarão!

    Isso pode ser explicado de maneira menos abstrata?
    Na nossa medicina, a hipófise é conhecida como a glândula-mãe, e todas as glândulas endócrinas necessitam do bom funcionamento dela para funcionarem corretamente. As glândulas endócrinas estão ligadas aos plexos, que por sua vez se ligam aos chakras. A hipófise e a pineal estão ligadas ao sexto e ao sétimo chakras. Quando essas glândulas se tornam totalmente ativas, liberam determinados neuro-hormônios que abrem a consciência e nos conectam a uma outra realidade. Assim como a carência de determinados neuro-hormônios pode levar à depressão, a presença deles pode levar à iluminação. Nosso cérebro recebe quatro bilhões de informações por segundo, mas só temos capacidade de perceber dois mil. Quando levamos mais energia da base da coluna para o cérebro, acordamos mais áreas dele, e assim gradativamente somos capazes de perceber mais informação até enxergar a verdade total e atingir a auto-realização. Como diz meu guruji, a mente iluminada é aquela que tem a capacidade de ver as coisas como elas são, e não como gostaríamos que elas fossem.

    Por que ouvimos mais sobre o mula bandha do que sobre os outros?
    Talvez porque a prática dele esteja mais relacionada e seja possível de ser executada durante a prática dos asanas, enquanto os outros bandhas são tradicionalmente utilizados durante a prática de pranayamas mais avançados. Uma vez que a prática de asanas é bem mais freqüente entre os praticantes de Yoga, talvez por essa razão sua menção seja maior. Porém é preciso ressaltar que eles devem ser usados em conjunto. Se só usarmos o mula bandha, iremos apenas estimular a energia e não conduzi-la a lugar algum, o que por sua vez gera vários distúrbios e desequilíbrios, e mesmo que usemos o também o uddiyana bandha, a energia será conduzida para cima, porém a ausência do jalandhara bandha não permitirá que ela chegue ao cérebro para acordá-lo, uma prática assim não levará o yogi à auto-realização.

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